DEUSES ANTIGOS E DEUSES DIGITAIS. Do trovão ao algoritmo, do templo ao metaverso (en Portugués)
Reseña del libro "DEUSES ANTIGOS E DEUSES DIGITAIS. Do trovão ao algoritmo, do templo ao metaverso (en Portugués)"
Desde os primeiros trovões que assustaram os povos antigos até os algoritmos que hoje moldam nossas escolhas, a humanidade nunca deixou de buscar sentido. O sagrado, em suas múltiplas formas, acompanha cada passo dessa travessia: ora como mito, ora como rito, ora como tecnologia.
Nietzsche proclamou a morte de Deus, revelando, porém, nossa persistente necessidade do divino. Eliade ensinou que o mito dá forma ao sentido; Durkheim mostrou que o sagrado garante a coesão social. Bauman advertiu que a modernidade líquida dissolve certezas, mas não elimina a necessidade de transcendência. Foucault e Heidegger, cada um a seu modo, apontaram para os jogos de poder e para o ser lançado no mundo.
Vivemos em tempos líquidos, em que tudo parece instável e provisório. Nesse cenário, os deuses não são apenas crenças religiosas, mas metáforas que nos ajudam a enfrentar o caos. O sagrado se manifesta tanto em gestos simples - uma vela acesa em uma capela - quanto em tecnologias avançadas - um aplicativo de meditação que guia respirações em meio ao ruído digital.
Este livro nasce do diálogo com essas vozes e da convicção de que os deuses nunca desaparecem: apenas se metamorfoseiam. Dos rituais ancestrais aos algoritmos contemporâneos, eles continuam a organizar símbolos, legitimar práticas e refletir nossa busca por sentido. O trovão que assustava os povos antigos tornou-se Zeus; o templo de pedra transformou-se em catedral; e hoje, o algoritmo se ergue como novo oráculo, enquanto o metaverso se anuncia como espaço sagrado digital.
Neste livro, MARCOS ANTONIO DE GOES conduz o leitor por uma jornada ousada e interdisciplinar: da mitologia à filosofia, da arte à economia, da religião à tecnologia.
Com linguagem envolvente e rigor acadêmico, a obra mostra como os deuses nasceram do medo e da esperança, evoluíram em narrativas culturais e filosóficas, sobreviveram em meio à modernidade líquida e agora se reinventam como deuses digitais e futuros.
Dialogando com pensadores como Eliade, Nietzsche, Weber, Foucault, Heidegger, Bauman e Harari, o autor revela que o divino é uma constante metamorfose - sempre presente, sempre reinventado.
DEUSES ANTIGOS e DEUSES DIGITAIS: Do trovão ao algoritmo, do templo ao metaverso. É uma reflexão ousada e provocadora sobre o eterno retorno dos deuses, que convida o leitor a pensar:
Quais serão os deuses de amanhã?
Uma leitura indispensável para quem deseja compreender como o sagrado se reinventa na era digital.